Embu Acolhe: vida mais digna, carinho e proteção à criança e ao adolescente

08/06/2011 - 0:00
Embu Acolhe: vida mais digna, carinho e proteção à criança e ao adolescente
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O Governo da Cidade de Embu das Artes, por meio da Secretaria de Assistência Social, está transformando vidas por meio do Embu Acolhe. Financiado pela Petrobras, o projeto tem como objetivo potencializar a implantação do serviço de Família Acolhedora, criado pelo governo federal, no município. Ele prevê o atendimento temporário, em ambiente familiar, de crianças e adolescentes afastados da família de origem, garantindo-lhes atenção individualizada, convivência familiar e comunitária.

Após a realização de 101 estudos de casos e da elaboração de Planos Individuais de Atendimento (PIA), seguindo as orientações da nova Lei da Adoção, do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Lei Orgânica da Assistência, concluiu-se uma demanda para famílias extensas, considerando casos de crianças e adolescentes que estavam acolhidos por um longo período. Essas famílias manifestaram interesse durante as visitas realizadas, bem como nas convivências de férias e/ ou finais de semana. 

De acordo com o projeto, as famílias recebem um salário mínimo para um acolhimento e dois salários mínimos para atender mais de uma criança sob o mesmo teto. Exceto se a família estiver recebendo subsídio permanente de outros programas de transferência de renda, sendo então avaliadas pela  equipe técnica responsável. Esse subsídio visa a otimizar o orçamento familiar, proporcionando condições para pequenas reformas, aquisição de mobiliários e equipamentos/produtos que contribuam para melhorar o espaço físico e garantir mais qualidade de vida. Durante o período de execução do projeto (10 meses), as famílias acolhedoras/extensas são identificadas, orientadas e capacitadas para o acolhimento de crianças/adolescentes, sendo monitoradas durante todo o processo por técnicos do Poderes Executivo e Judiciário.

Iniciado em janeiro de 2011, o Embu Acolhe já está fazendo a diferença na vida de seis crianças/adolescentes da cidade. Fato constatado  na reportagem do Portal IG que publicou uma matéria dentro da série Espera, contando a história de Dayara Cristina Apolinário Amaral Pereira, 22, que viveu 10 anos em um dos abrigos da cidade, de onde saiu há quatro anos e retornou para buscar a irmã. Para ver a reportagem completa, acesse aqui.

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