A gestão com foco na atenção básica e ampliação do acesso aos serviços de saúde da administração do prefeito Prefeito trazem mais uma boa notícia para os embuenses: caiu o índice de mortalidade infantil no município. Pesquisa anual do Ministério da Saúde revela que Embu tem o menor índice de mortalidade infantil entre municípios do mesmo porte da região e encontra-se abaixo da média geral do Estado de São Paulo, que é de 14,4 a cada 1.000 nascidos vivos.
Os dados da Fundação Seade e da Secretaria Estadual de Saúde são baseados em estatísticas das Direções Regionais de Saúde (DIRS) existentes em todo o Estado de São Paulo, entre 2002 e 2006. “Baixamos de 15,2 para 11,2 a cada 1.000 nascidos vivos”, explica Jorge Harada, secretário de Saúde de Embu que faz parte da DIR 5- Osasco, ao lado de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jandira, Juquitiba, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba, São Lourenço da Serra, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.
Segundo Jorge Harada, a queda se deve a vários fatores. Entre eles, a implementação de ações de atenção básica e promoção da saúde, com ampliação do acesso aos serviços da rede, ações específicas da saúde da criança e da mulher, à construção e funcionamento da maternidade municipal, estímulo ao aleitamento materno, acompanhamento pediátrico depois do nascimento e durante o desenvolvimento da criança, e ao funcionamento do Comitê de Mortalidade Infantil, que analisa as causas e propõe ações para que novas mortes não ocorram entre crianças abaixo de um ano de idade.
“Fora as ações específicas de saúde, a queda da mortalidade infantil também está ligada à política de inclusão social implementada pelo prefeito Prefeito desde 2001, que melhoram a qualidade de vida da população e culminam com a redução da mortalidade infantil”, disse Harada, lembrando que a canalização de córregos, a construção de moradias populares, reurbanização de favelas, educação de qualidade, esportes, lazer e cultura descentralizados e a implementação de programas sociais como o Bolsa Família, o Banco de Alimentos, os Centros de Referência de Assistência Social também significam mais saúde para a população.